Nomeado como Projeto Sirius, um acelerador de partícula foi inaugurado em Campinas na quarta feira, 14, e será capaz de analisar diferentes materiais de átomos e moléculas. A máquina funciona como um telescópio capaz de revolucionar pesquisas nas áreas da saúde, agricultura e exploração de petróleo.

A cerimônia contou com a presença de físicos ilustres que contribuíram para a criação e consolidação do projeto, como diretor–geral, Antonio José Roque da Silva, o presidente honorário do conselho do CNPEM Rogério Cézar de Cerqueira Leite, além do presidente Michel Temer.

Localizado no Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (Cnpem), tem estrutura que mede 68 mil m2 (equivalente a um estádio de futebol) e é uma das mais modernas do mundo. O projeto custou cerca de R$ 1,3 bilhão, e a previsão é que até o término das obras, o total alcance R$1,8 bilhão.

Com conclusão completa prevista para 2020, o acelerador poderá ser utilizado por pesquisadores para obter imagens de materiais biológicos, vírus e proteínas, além da estrutura cristalina e molecular de amostras de solos, minerais e novos materiais criados em laboratório. 

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