Um dos maiores escritores românticos da França no século XIX, autor de “Os Miseráveis” e “Corcunda de Notre Dame”, entre outras obras célebres, Victor Hugo (1802-1885) afirmava que “não há nada como o sonho para criar o futuro”. “Utopia hoje”, escreveu Victor Hugo. “Carne e osso amanhã.” O pensamento do escritor francês não poderia ser mais atual: de fato, o primeiro passo para se realizar um projeto é pensá-lo, planejá-lo, colocá-lo no papel. Em outras palavras, é preciso sonhar. Mas apenas bolar planos mirabolantes para o futuro – ou ter grandes anseios para a carreira profissional, por exemplo – e não buscar formas de realizá-los é entregar-se preguiçosamente ao destino. No fim das contas, o melhor sonho é aquele que se torna realidade.

No Mês do Empreendedor, o Centro Brasileiro de Cursos (Cebrac) montou uma pequena lista de filmes que podem inspirar quem estiver disposto a tirar os projetos do papel. Confira!

Uma Mente Brilhante (2001)

John Nash é um gênio da matemática que, aos 21 anos, formulou um teorema que provou sua genialidade e o tornou aclamado no meio onde atuava. Mas aos poucos o belo e arrogante Nash se transforma em um sofrido e atormentado homem, que chega até mesmo a ser diagnosticado como esquizofrênico pelos médicos que o tratam. Porém, após anos de luta para se recuperar, ele consegue retornar à sociedade e acaba sendo premiado com o Nobel.

Walt Antes do Mickey (2014)

Ainda criança, Walt Disney tinha por hábito desenhar os animais da fazenda onde morava. Ao crescer, ele decidiu tentar a sorte como animador na cidade grande. Decidido a ter uma empresa própria, que lhe permitisse trabalhar no que gostasse, ele enfrenta diversos obstáculos até ter a grande ideia de sua vida: um pequeno rato chamado Mickey Mouse.

O menino que descobriu o vento (2019)

Baseado em uma história real, William Kamkwamba é um menino que mora em um vilarejo que foi assolado pela seca. Apesar da miséria, ele não desistiu e construiu uma turbina que mudou a vida dele e de todo o povoado.

A teoria de tudo (2015)

O filme mostra como Stephen Hawking fez descobertas importantes sobre o tempo, mesmo com complicado diagnóstico de uma doença motora degenerativa, e o continuou em busca do sentido da vida.

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