Em concerto único, a Orquestra Sinfônica da Unicamp recebe como solistas seus próprios músicos e membros da equipe. Em um momento especial, que leva o nome de “Sarau OSU“, a Orquestra valoriza seus talentos, com uma apresentação que tem como solistas sua violinista Ana Eleonor Ramalho, seu clarinetista Eduardo Freitas e seu arquivista Leandro Ligocki. O concerto tem a regência do estudante Felipe Gadioli e acontece no dia 1 de novembro, às 13h, na Casa do Lago, Campus da Unicamp, em Campinas.

Conheça os solistas:

Ana Eleonor Ramalho, violino 


Natural de Belém do Pará, a violinista Ana Eleonor Ramalho começou seus estudos no Conservatório Carlos Gomes da mesma cidade. Ainda em Belém, integrou o naipe de violinos da Orquestra Sinfônica da Universidade Federal do Pará. Em Campinas, concluiu o curso de bacharelado em violino pelo Instituto de Artes da Unicamp. Foi integrante da Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas, onde atuou como solista sob a regência do maestro Benito Juarez. Atuou como solista da Orquestra Sinfônica da Unicamp (OSU), sob regência do Prof. Dr. Eduardo Ostergren. Em 2018, foi selecionada pelo Projeto Performance para atuar mais uma vez como solista da OSU, onde integra o naipe de violinos. Foi aluna de Uwe Kleber, Natan Schwartzman e Nelson Rios.

 

Eduardo Freitas, clarinete
Natural de São Paulo, em 2000, iniciou os estudos na ULM (atual Emesp). Após, foi orientado por Prof. Sérgio Burgani, no Bacharelado em Música – Clarinete, pela Universidade Estadual Paulista (UNESP). Participou do Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão, da Oficina de Música de Curitiba, da Oficina de Música de Tatuí, e de vários masterclasses com renomados artistas como François Sauzeau, Olivier Patey, Wenzel Fuchs, Cristiano Alves e Luís Eugênio (Montanha). Foi músico convidado em orquestras como OSESP e Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas. Integrou a Banda Sinfônica do Exército Brasileiro (2002-2009), o Quinteto de Sopros e a Orquestra Sinfônica de São José dos Campos. Atualmente, é integrante da OSU e da Orquestra Rock.

Leandro Ligocki, violão


Leandro é um apaixonado pela música e pelos mais variados gêneros musicais. Encontrou nas cordas dedilhadas os meios de se expressar. Passou por diversas instituições (UNICSUL, EMESP, EMMSP) e professores (Paulo Porto Alegre, Débora Gurgel, Guilherme de Camargo) e continua buscando no contato com outros artistas um constante desenvolvimento humano e musical. Atua como guitarrista, violonista, alaudista, compositor, arranjador, arquivista, copista e editor de música. Nessa diversidade de atividades ele encontra um denominador comum: a música como um fio condutor das relações humanas e como uma poderosa força de transformação, união e libertação.

Orquestra Sinfônica da Unicamp

A Orquestra Sinfônica da Unicamp (OSU) é um corpo artístico profissional, mantido pela Universidade Estadual de Campinas, que está vinculado ao Centro de Integração, Documentação e Difusão Cultural da Unicamp (CIDDIC).

Fundada em 1982, a OSU realiza concertos, óperas, gravações, espetáculos multimídia, programas de educação e formação de público, música de câmara, atuando paralelamente como laboratório de pesquisa em criação e performance musical. Seus projetos também incluem o Fórum Gestão Orquestral e Compromisso Social, que tem por objetivo a atualização de líderes e gestores do meio sinfônico, e o Projeto Identidade, Música e Arquitetura, em parceria com o Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB), que leva música e história aos prédios e espaços públicos da cidade de Campinas.

Em 2010, lançou o seu primeiro CD, intitulado “Novos Universos Sonoros”, com patrocínio da Petrobras, que reúne obras inéditas de compositores brasileiros, escritas para orquestra e grupos de câmara. Gravou, em 2013, o CD “Panorama da Música Brasileira Vol. 1” e, em 2018, o CD “Teuto-brasileiro”, contemplado pelo edital FICC.
Em parceria com o Ópera Estúdio Unicamp, o Coral Contemporâneo de Campinas e Coral Unicamp Zíper na Boca, fez a montagem das óperas “As Bodas de Fígaro” (2014), “Don Giovanni” (2015), “O Empresário” (2016) e a “Flauta Mágica” (2017), de W. A. Mozart, e ainda pilares do repertório romântico, como “O Elixir do Amor” (2016) de Gaetano Donizetti e “La traviata” (2018) de Giuseppe Verdi. Paralelamente a obras do repertório lírico tradicional, a OSU também realizou a estreia da ópera multimodal “Descobertas” de Jônatas Manzolli, em 2016, e a montagem da ópera barroca “Les Plaisirs de Versailles”, contemplada no edital FICC em 2012.

Com a produção da “A Flauta Mágica” em 2017, a OSU realizou a primeira ópera com recursos de acessibilidade da Região Metropolitana de Campinas.

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