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As plantas e flores transformam qualquer ambiente. Por isso, cada vez mais, os brasileiros tendem a investir em diferentes espécies para florir suas casas. De acordo com o Instituto Brasileiro de Floricultura (Ibraflor), alguns produtores chegaram a registrar aumento de até 20% nos negócios desse setor neste ano.

A florista parceira da Flores Online , Juana Martinez, indicou para Campinas Cafe uma série com cuidados para 7 espécies que são ótimas para ter em casa ou em seu jardim. Veja a seguir:

Suculenta Rosa de Pedra

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Imagem: Divulgação Canvas

A suculenta Rosa de pedra ou Echeverría é um dos tipos de suculentas mais adorados para jardins e vasos decorativos. Ela possui um formato semelhante a uma rosa tradicional com coloração meio rosada, o que faz com que a planta seja ainda mais chamativa.

Cuidar da Suculenta é bastante tranquilo. Ela gosta de luz do sol, porém apenas uma parte do dia. O ideal é que ela receba luz direta apenas de manhã ou fim da tarde quando a luz é mais amena. Quanto mais luminosidade puder ser fornecida, mais compactas serão suas rosetas e melhor será seu desenvolvimento.

A suculenta deve ser regada moderadamente e deve ser evitado o pratinho sob o vaso, pois o acúmulo de água pode contribuir com o apodrecimento das raízes. O maior inimigo dos cactos e suculentas é o excesso de água. Caso você não regue a planta o suficiente, as folhas ficarão borrachudas (porque é nelas que a planta armazena a água) e a suculenta rosa de pedra para de crescer.

Não é necessário adubar a terra da suculenta rosa de pedra, pois ela se adapta a diferentes tipos de solo. Porém, se preferir, você pode usar adubos para cactos e suculentas a cada três meses para ajudar a planta ficar mais forte e bonita.

Begônia Beleaf

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Imagem: Divulgação Canvas
Essa planta é tropical, o que é ótimo para a maioria dos jardins e casas no Brasil. Aprecia lugares úmidos, porém nunca encharque-a ou poderão surgir fungos.

Mantenha-a sempre em lugares aquecidos e com um pouco de iluminação solar abrigadas de vento, evitando salas com ar-condicionado ou corredores escuros.

O solo deve ser mantido úmido, regando 1 vez por dia em lugares com clima quente ou quando necessário, porém não deixe encharcar e evite molhar as flores. Regue com água na temperatura ambiente e não muito fria, evitando deixar a água acumular no pratinho, pois pode provocar o apodrecimento das raízes.

Na retirada das folhas secas e murchas, corte a folha deixando o talo que irá secar naturalmente, evitando uma “ferida aberta” onde poderão entrar doenças na planta.

Lesmas, caracóis e besouros podem atacar sua begônia, por isso fique atento a marcas de mordidas nas folhas. A catação manual desses bichinhos é suficiente para manter a sua planta linda e saudável.

Quando os novos crescimentos de folhas começarem a surgir, aplique um adubo equilibrado considerado um adubo de manutenção. A sua aplicação deve ser quinzenal.

Planta Armadilha de Vênus

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Imagem: Divulgação Canvas
Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em substrato preparado à base de musgo, levemente ácido e mantido constantemente úmido. A Vênus não deve ser plantada em terra e nem necessita adubação, que pode facilmente intoxicá-la. Jamais alimente-a com pedacinhos de carne ou insetos mortos, deixe que ela mesmo consiga suas presas. Você pode ajudá-la colocando uma fruta próximo à planta, como uma banana ou maçã. Não se preocupe se ela não caçar nada, ela não depende da caça para viver.

No inverno, as Vênus entram em período de dormência e devem ser colocadas em local bem fresco (entre 4 a 12ºC), até mesmo em geladeira, desde que resguardadas de ressecamento. Ela sobrevive sem esse cuidado, mas terá sua longevidade comprometida. No início da primavera, coloque-as novamente no terrário ou sob o sol, neste período elas emitem hastes florais. Evite a floração nas plantas jovens, cortando fora a haste floral antes que ela alcance 8cm. A floração exige tanta energia que pode facilmente matar a planta.

A água das regas deve ser livre de sais minerais ou cloro, descansada, de chuva ou preferencialmente destilada. Elas toleram encharcamentos, mas jamais períodos secos.

Mangifera Indica

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Imagem: Divulgação Canvas
A manga é uma das mais importantes frutas tropicais. Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, profundo e irrigado a intervalos periódicos. Rústica, pode ser, no entanto, cultivada em solos pobres, com menor produtividade, mas dependente de irrigação. Planta tipicamente tropical, a mangueira não tolera o frio excessivo, ventos ou geadas. Multiplica-se por sementes.

No entanto, deve-se evitar a utilização da mangueira em vias públicas e estacionamentos, pois os frutos grandes podem danificar os automóveis e provocar sujeira, por ocasião de quedas.

Peperômia

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Imagem: Divulgação Canvas
A peperômia é uma planta muito fácil de cuidar, perfeita para jardineiros iniciantes. As peperômias, de modo geral, não toleram luminosidade excessiva ou exposição solar direta. Isso porque as folhas da peperômia são sensíveis à radiação e podem acabar sofrendo queimaduras.

Não exagere nas regas com a peperômia. O excesso de água pode acabar comprometendo as raízes, fazendo com que a planta apodreça. Caso note que as folhas estão caindo ou ficando melequentas, é sinal de que o vaso está muito molhado. Nesse caso, remova a planta, substitua o substrato por outro mais seco e replante-a.

Os ramos da peperômia são individuais e não compartilham a rega. Por isso, a rega deve ser feita de modo uniforme e não apenas no centro do vaso. Dessa forma, você garante que toda a peperômia receberá água na medida certa.

Quanto a pragas, felizmente essa espécie não é de atrair, mas fungos podem surgir nas folhas. Isso pode ocorrer se as regas forem muito exageradas. Por isso, maneire na quantidade de água.

Palmeira azul

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Imagem: Divulgação Canvas
A Palmeira azul – Bismarckia nobilis, pertence à família Arecaceae, nativa de Madagascar, perene, até 12 metros de altura e muito ornamental.

É altamente tolerante ao calor intenso, onde seu crescimento é mais rápido e sua coloração é mais intensa e suporta o inverno de até 10°C. Pode ser cultivada a pleno sol.

Rústica, cresce em solos de baixa fertilidade, porém aprecia o solo fértil, rico em matéria orgânica e bem drenável. As regas devem ser regulares, mantendo o solo levemente úmido, mas não encharcado.

Em áreas onde as chuvas de verão são predominantes, ela parece crescer rapidamente, entretanto em áreas onde a maioria das chuvas ocorre durante o período mais frio, o crescimento é mais lento.

Esta espécie é sensível à queima de raízes por fertilizantes. Pouco tolerante a transplantes depois de adulta. Pode ser cultivada em ambiente interno, em vaso apropriado e com muita luminosidade.

Madressilva

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Imagem: Divulgação Canvas
A Madressilva – Lonicera japonica é uma trepadeira volúvel, pertence à família Caprifoliaceae, nativa da Ásia, Japão oriental e Coréia, perene, muito vigorosa, podendo chegar até 9 metros de altura e muito ornamental.

Possui flores brancas e amarelas de tamanho grande, muito perfumadas. Surgem na primavera-verão e são muito visitadas por beija-flores.

Pode ser cultivada em vasos e prefere climas amenos e frios. Cultivada sob sol pleno e tolera a meia sombra, porém se desenvolve melhor com a raiz na sombra.

O solo deve ser fértil, rico em matéria orgânica, enriquecido com farinha de osso, bem drenado e com regas regulares.

Fertilizar no fim do inverno, com adubo orgânico. Sempre regar primeiro antes de fertilizar para evitar a queima das raízes. A flor tem um alto valor na medicina chinesa tradicional, tendo propriedades antibacteriana e anti-inflamatória.
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